quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Resultado Opiniblog



Hoje eu vi o resultado do OpiniBlog e gostei bastante dos resultados. Achei muito pouco o número de avaliações, mas admito também que não divulguei tanto.

Deixando a quantidade de lado e olhando para a qualidade, recebi por email dicas bastante construtivas e que vale a pena colocá-las em prática!

Quem quiser ver o resultado acesse o link do Blog do Clube das Mães e Pais Blogueiros.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Agradecimento



No mês passado fiz um post fazendo um pedido de oração pelas filhinhas de um casal de amigos, que nasceram prematuras e que precisaram ficar internadas até conseguirem peso suficiente e conseguirem amamentar.

Pois então, dia 06 deste mês elas receberam alta e já estão em casa.

Tenho certeza de que Deus ouviu nossas orações.

Em nome dos pais dessas florzinhas quero agradecer de coração!

Mar de rosas, mas com espinhos


Mar de rosas sim, sempre tenho dito sobre o quanto é bom ser mãe, tenho feito as minhas declarações de amor pela minha filha. Isto sem dúvida foi uma das melhores coisas que Deus fez na minha vida e agradeço Ele por tudo!

Mas mar de rosas sem espinhos? Nunca vi pessoas (conhecidas) darem valor ao passarem por alguma situação com facilidade. Os espinhos vêm (trazem choro, cansaço, tristeza), mas as rosas (boas da vida) vêm para trazerem felicidade e para serem valorizadas.

Deixando a filosofia de lado e voltando para a maternidade, nosso dia a dia realmente não é fácil. Hoje vou falar dos "espinhos", das coisas que também fazem parte e que devemos compartilhar, afinal, é uma realidade que não pode ser tratada como ponto negativo, principalmente para quem decide ter filhos.

Lá no comecinho, quando eles nascem enfrentamos dificuldades mais fenomenais de nossas vidas, além de não sabermos de nada (no sentido de nunca termos tido filhos antes). Vou descrever em tópicos:
  • Nosso sono nunca mais será o mesmo: talvez daqui uns 30 ou 40 anos eu acho. Mesmo dividindo a cama ou elas dormindo em suas camas no mesmo quarto ou em quarto separados;
  • A criança chora e você fica toda perdida sem saber o motivo: será cólica, fome, sono, dor, fralda, carência...ai meu Deus tentei de tudo e ela ainda chora. Anda com ela pela casa, pára de andar, senta, levanta, coloca de barriguinha para baixo, amamenta novamente, faz massagem, dá a criança para o pai e ele começa a fazer a parte dele. A criança solta um berro, logo a gente pensa (nossa os vizinhos vão denunciar a gente!). Mas ai daquele que se meter na nossa frente!
  • Dia de vacina: temos que ter coração-de-pedra. Meu marido nunca teve coragem nem de acompanhar. Não é fácil ter que segurar a criança para tomar picada,vê-la abrindo aquele berreiro, só nos resta consolar e o que nos consola é saber que "aquela coisa ruim" é para o bem dela, já que ainda não inventaram um meio da gente tomar e passar para ela (assim como na gravidez).
  • Criança dodói: ai que difícil que é quando ela está doente, se pudéssemos sugaríamos tudo para gente só para vê-la correndo pela casa toda cheia de saúde. É nessas horas que vemos o quanto é bom vermos a casa cheia de brinquedos espalhados pelos cantos. Quando doentinha só quer colo, dorme, fica totalmente sem pique tadinha, às vezes nem quer comer.
  • Casa 100% arrumada: fala sério, quem é que tem peito para dizer que a casa fica 100% arrumada?? Nem preciso dizer mais nada.
  • Teimosia: você diz: "não!" e parece que aquilo coça a criança para fazer o contrário. A minha está nesta fase. Haja paciência e persistência maior do que a dela para saber o que pode e não pode, o que é certo e errado. Afinal, a responsabilidade é toda nossa, mesmo que tem momentos que a gente finge não estar vendo só para ter um pouco de sossego, mas tirar os olhos dela? Completamente difícil, criança não tem noção das coisas né?
  • Os mamilos doem: mesmo deixando-os preparado. É óbvio que doem bem menos, mas no início na hora da "pega" sempre dá uma fisgada. NÃO DESISTA!
  • Tempo: para definir melhor sobre o tempo, imagine uma ventania você voando de uma lado e o tempo de outro, ambos com os braços esticados e mãos bem abertas para se agarrarem, mas a ventania não deixa. É bem assim! Apesar do estresse tentando encontrar tempo, não se preocupe de início, pois é adaptação que entra no eixo aos poucos e que vai trazendo um tempo regular de volta. Isto também faz parte da escolha de ter filhos.
  • Banho e usar banheiro: poucas vezes você conseguirá tomar banho ou usar o banheiro de portas fechadas, com tranquilidade e com intenção de ter um pouco de sossego. 
Tem muito mais coisas que nos deixam de cabelos em pé, mas...





...vou confessar aqui que não trocaria essa correria por nada!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Decidi ser mãe porque...


Antes de engravidar eu observava os filhos dos outros sempre de longe, pois tinha cisma que pais não estaria gostando de ver outras pessoas desconhecidas olhando. Às vezes mexia com elas, mandava um beijo ou piscava escondido. Algumas correspondiam às brincadeiras, outras ficavam quietinhas só me olhando.

Hoje vejo que estava certa com a minha cisma, qual pai ou (principalmente) a mãe gosta de ver outras pessoas olhando para suas crias? Hoje em dia é tão difícil confiar nas pessoas que o nosso instinto de proteção fala mais  alto. Concorda ou não?

Antes de engravidar apesar de gostar de crianças e gostar de pegá-las no colo, sempre procurei manter distância. Não sei porque, mas sempre passou na minha mente que não é toda mãe que gosta de ficar passando seus filhos de mão em mão. Estou certa ou não?  Apesar de eu confessar aqui que sempre fui meio desconfiada.

Também quando as via chorando sabia, ou melhor, tinha certeza de que não seria no meu colo que era ia parar de chorar, e que se estivesse comigo naquele momento, sua mãe pegaria na hora ou então a criança chamaria pela mãe e não vi nada contrário ainda.

E a decisão de ser mãe foi crescendo em mim quando via uma mulher grávida cheia de amor acariciando sua barriga, mesmo reclamando das dores, inchaços, azias e falta de ar, mas existia uma vida ali dentro...uma pessoinha que mudaria sua vida completamente (pelo menos era o que eu imaginava, afinal nunca havia passado por esta experiência).

A minha decisão de ser mãe foi maior quando comecei a imaginar que um dia poderia acariciar minha barriga também, com os sintomas que toda grávida tem. Que um dia fosse olhar para a minha criança e ela pudesse me responder com um sorriso.

A minha decisão explodiu quando realizou um grande sonho meu de ter minha filhota me chamando de mamãe (ou Xú,quando quer fazer gracinha), implorando pelo meu colo, seja por estar chorando, seja por simplesmente querer estar comigo, de olhar nos meus olhos e me dar um abraço bem na goela a ponto de me deixar sem ar.

Pois é, mais um post falando sobre meu amor por ser mãe, já que ela não queria dormir eu acabei deixando-a com o pai para vir correndo aqui fazer mais uma declaração. Ser mãe é querer correr de encontro ao sossego e não conseguir esquecer do que deixou ali no outro cômodo da casa. É parar no meio do caminho, olhar para o sossego de longe e correr de volta para um dos abraços mais gostosos do mundo.

É o que vou fazer agora!

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