quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O que tenho aprendido


A minha declaração de amor primeiramente vai para Deus, por ser responsável pelo ar que respiro, por tudo que tenho e o que eu sou. Em especial quero agradecer pelo um dos maiores e melhores presentes que Ele já me deu neste mundo: a minha filha.

Ela é a razão de toda a mudança na vida que há muito tempo vinha sonhando, uma dessas mudanças é a oportunidade de acompanhar o crescimento dela, de poder estar ao lado dela todos os dias, curtir as musiquinhas que ela curte, cantar e brincar junto.


Pela oportunidade de vê-la dando o primeiro sorriso, as primeiras palavras, primeira vez que engatinhou, primeiros passos e tantos outros "primeiros". Ela nasceu e quem está aprendendo sou eu. Entendo quando dizem que a vida é um eterno aprendizado. Filho é para sempre, isto quer dizer que passarei a vida inteira aprendendo com ela.


Quando falo dela e o que a maternidade tem feito comigo, sinto meu coração desabrochar como uma rosa, ele começa a bater mais rápido, meus olhos se enchem de lágrima. Sei lá...será que estou exagerando? Será que é essa mudança toda mesmo? Essa eu mesma respondo! É sim!


Com ela eu tenho aprendido a enxergar as coisas com outros olhos, com mais tolerância, com mais amor, sinceridade, carinho, proteção. Aprendi a chorar mais que eu já chorava, aprendi a respeitar os horários (os dela pelo menos). Tenho aprendido a não chorar junto com ela tentando estancar alguma dor.


Com ela tenho aprendido a espantar meus medos (escrito em um outro post), prefirindo aumentar a confiança em Deus e mostrar para ela que ela pode contar comigo. Com ela tenho aprendido a decorar todas as musiquinhas da Galinha Pintadinha e outros dvds infantis, pois, se ela gosta eu gosto. Tenho aprendido a conversar com ela no mesmo idioma (bebeiês), já que ela não fala português fluente.


Tenho aprendido a recolher os brinquedos no chão, e vê-la espalhando tudo de novo pela casa e fechar os olhos fingindo que não to vendo aquilo. 
Com minha filha tenho aprendido tantas coisas que escrevendo tudo isso parece uma mágica o que minha vida se tornou com a chegada dela. Como é imensamente inexplicável definir tudo o que aprendemos e o que sentimos ao tornarmos pais. É algo que vai além das palavras e se tentar descrever, talvez fique cansativo.

Você que é pai e mãe sabe o que estou falando, das coisas que a gente aprende após a chegada dos nossos filhos. E você que deseja ter um filho, vai chegar o SEU momento no tempo certinho para poder dividir com a gente.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Blogagem Coletiva "Mulher na Publicidade"


Hoje está acontecendo a Blogagem Coletiva falando sobre a "Mulher na Publicidade", promovida pela Silvia Azevedo com o apoio da Rede Mulher e Mãe. Para acessar o blog dela clique AQUI.

Confesso que não sabia sobre o que iria falar, mas lembrei de um comercial que me deixava indignada toda vez que passava na tv, então decidi que esse seria o momento de falar sobre ele. Trata-se da  propaganda de uma operadora de TV por assinatura onde a mulher é tratada como objeto (pelo menos esta é a minha visão). Para variar lá está a dona de casa à moda antiga (conhecida popularmente como Amélia): ajoelhada esfregando o chão, avental, vassoura, descabelada. O marido chega em casa ela corre para dar um abraço e ele simplesmente pega o controle remoto e liga a tv. E ainda mostra ele pensando que não via a hora de chegar em casa para assistir. Que coisa ridícula!

Toda vez que passava este comercial, eu procurava deixar prá lá, achava que eu estava sendo radical demais, mas aquilo me incomodava. E sempre dizia para meu marido: "nossa que comercial machista, como é que tem coragem de passar uma propaganda dessas e achar uma maravilha só porque tem uma mulher hiper, mega famosa representando o que na verdade não é?" Cheguei até pensar em entrar em contato com a empresa, mas não fiz isso. 

Não quero generalizar que toda publicidade que tenha mulher seja assim: "machista". Mas todas que lembrei retratam isto, principalmente quando é mulher na figura de mãe: lavadeira, passadeira, cozinheira, arrumadeira. E quando a mulher é negra então? Ela geralmente aparece nos comerciais de propaganda política, ou aqueles cujo assunto é social, pois eles tem sempre que mostrar as pessoas de periferia que e me parece que para eles nada melhor do que mostrar mulheres com a característica: negra, empregada doméstica, que viaja de ônibus 6 horas por dia.

Ai eu me pergunto: "quem coloca as diferenças na cabeça de quem?"

Propaganda de cabelo?? Um dia desses eu vi um em que a mulher negra reclamava que o cabelo estava um "fuá" e com um simples produto, de leão ela virou uma princesa. Mas há também algumas publicidades que valorizam a mulher, e a que vem na minha mente é a mais frequente, que são os de produtos de beleza.

Na minha visão a mulher se cobra demais, e a situação piora quando a cobrança vem por parte da sociedade e da mídia. Mas cabe a cada uma de nós fazer a diferença, fazer sempre aquilo que for melhor para si e sem essa de querer agradar a todos só porque a moda é agradar!

Medo e Confiança


É normal termos medo de alguma coisa, somos seres humanos feitos de carne e osso e principalmente com um coração batendo, dando-nos sinal de vida e de muitos sentimentos dentro dele. Às vezes eu acabo me convencendo que desde que o mundo é mundo ele sempre foi o mesmo, com relação as pessoas, animais, natureza, etc. É que quando falamos sobre alguma coisa do momento sempre deixamos claro sobre o "mundo de hoje", devido as facilidades dos meios de comunicação temos acesso às diversas coisas, seja ela boa ou ruim, e acho que o que diferencia dos tempos passados é isso, as notícias chegavam depois de muito tempo, isso quando chegavam.

Eu quero falar do medo que infelizmente nos rodeia, aquele pré-maternidade e os vários que surgem no pós-maternidade e somando tudo, perdemos a conta na hora de buscar o resultado. A violência, falsidade, falta de amor, arrogância, maldade e agora pessoas que tem surgido no mundo virtual se passando por outra (pra fazer coisa boa que não é), até porque quem tem bom caráter não precisa mudar de personalidade. É tanta coisa ruim tem surgido que até esqueço que desde que o mundo é mundo isso sempre existiu. 

Falando um pouco sobre a pós-maternidade, eu fico impressionada o quanto o medo aumenta nesta fase. A sensação que tenho é que minha mente se tornou um depósito de cenas de cinema (não que eu tenha tido tempo para assistir), mas hoje tudo que aconteça que tenha minha filha no meio eu paro e fico imaginando várias coisas que podem acontecer ao redor e o que eu posso ir ajeitando para evitar.

Quando ainda bebês ficamos com a preocupação da morte súbita, ou então deles se engasgarem, se estão sentindo fome, ou passando frio, quando choram, mesmo que tenhamos que ficar firmes (às vezes), para não passarmos a tal da insegurança para eles, no fundo no fundo passa pela nossa cabeça que se choram é porque não é coisa boa.


Depois começam a engatinhar, a andar e cada fase é uma preocupação que surge e acho que ser mãe é assim: enquanto sentirmos que eles não estão preparados para seguirem sozinhos, não temos coragem de soltá-los (mesmo que um dia sejamos obrigados a fazer isto). Hoje eu passei em mais uma de várias experiências que tenho vivido depois que ela nasceu, que me encheu de insegurança, medo, sei lá.


Estava no supermercado com ela, e sempre coloco no carrinho que tem aquelas cadeirinhas embutidas, no final, estava dando uma volta no mercado enquanto aguardava o marido chegar, coloquei-a um pouquinho no chão para "esticar as pernas". Ela saiu "se achado" pelo corredor, me dava até tiauzinho. Numa dessas eu dei tiau também e me escondi atrás das "araras" e quando saí....cadê ela???


Andei de um lado para o outro procurando por ela e nada. (Tinha me esquecido de um detalhe muito importante: o tamanho dela me impedia de encontrá-la com mais facilidade). Meu coração apertou e meus passos viraram corridas até que as vozes dela me ajudaram a ir até onde ela estava, ufa!). Agora tentem imaginar a cena e imaginem o milhão de coisas que começaram a passar pela minha cabeça! (Meio neurótica né?). 
Peguei-a no colo, abracei e beijei e coloquei de volta na cadeirinha. Agora escrevendo este post deu para imaginar como minha mãe se sentia quando eu e meu irmão sumíamos da vista dela...

Mas o que a confiança lá no título tem a ver com este post? Os medos são muitos e sinceramente nem quero detalhar aqui, porque cada um de nós já vivemos com ele e não faz sentido dividi-lo. Então prefiro passar diretamente para a palavra confiança.


Quando nos tornamos pais, nasce o instinto de proteção, falamos a palavra "cuidado" o tempo todo para nossos filhos e tantas outras atitudes com a finalidade de protegê-los das coisas que possam machucar, fazê-los sofrer ou chorar... (minha mãe disse que essa preocupação é para sempre). Só que por sermos simplesmente seres humanos às vezes tem coisas que escapam do nosso cuidado e aí só Deus para guardá-los. E Ele guarda.


Q
uero dizer que além da nossa responsabilidade diária, tem aquela mais importante que é pedir para Deus todos os dias que nos guarde e guarde nossos filhos. Amém!


*Imagem do Google

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Socorro! Tem um dente nascendo!




Socorro mesmo!!

Eu costumo dizer que depois das experiências vividas com as cólicas, logo em seguida vem a fase da dentição, sem nenhuma trégua para nós pais respirarmos. Claro, estou falando com base em tudo que passei e tenho passado com a Talita. Ela teve cólicas até o 4º mês e no 5º mês apareceram os dois primeiros dentinhos.

Os dois primeiros simplesmente apareceram e não apresentaram nenhum sinal de incômodo. O interessante que é que até hoje tem nascido de dois em dois, isto quer dizer: "sofrimento em dobro",  porque os demais tem aparecido acompanhados de bastante salivação, irritação, choro, mordendo tudo o que vê pela frente.

Para você ter ideia de como o nascimento dos dentes irrita uma criança, a minha às vezes dá uns berros e corre em direção a uma cadeira, sofá, mesa para morder com a tentativa de amenizar o que está sentindo. Eu fico morrendo de dó dela.

Alguns Pediatras dizem que a primeira dentição não influencia em nada, e existem outros que são convencidos de que a criança sofre sim alterações com o nascimentos dos dentinhos. Vou dar exemplo de alguns sintomas que aparecem e que tenho visto por aqui: 
  • gengiva inchada e levemente esbranquiçada, 
  • baba muito, 
  • costuma colocar as mãos, dedos ou objetos na boca, 
  • febre baixa (até 38º), se for mais alta que isto e constante deve procurar um pediatra,
  • alteração nas fezes (fica mais mole), mas atenção se tiver diarreia deve procurar um pediatra,
  • a criança fica muito irritada, chora, às vezes solta até uns gritos de dor,
  • leve resfriado, 
  • dor de garganta,
  • falta de apetite (mas não deixe de oferecer alimento),
  • dificuldades para dormir
O que podemos fazer para ajudar?
  • eu uso o Nenê Dent em gel que é mais fácil de ser aplicado (a pediatra dela  disse para não usar em excesso),
  • uso também Camomilina C, que é Fitoterápico. (você deve abrir a cápsula e misturar o pó de preferência no leite, no suco, etc),
  • dê algum objeto para ele mastigar (cuidado com os objetos pois podem machucar ou serem engolidos com facilidade),
  • às vezes você mesma pode colocar o seu dedo (previamente lavado é claro) na boca da criança e massagear,
  • tenha muuuuuita paciência, amor e carinho,
  • dê atenção e colo toda vez que precisar,
  • na febre utilize um antitérmico indicado pelo pediatra e NÃO deixe a febre permanecer por muito tempo acima de 38,5º. Quando ela fica acima de 39º a chance dela ter convulsão é enorme. Apesar de (felizmente) não ter sequelas o susto deve ser muito grande,
  • dependendo da irritação, verifique com o pediatra a possibilidade dele indicar um remédio para aliviar a dor
Tenha consciência de que essa fase se estende ainda por muito tempo e dependendo da reação da criança, a sensação que dá é que cada dentinho nascendo é como se fosse o primeiro. Saiba também que o desenvolvimento depende de cada criança, não se preocupe se você conhece alguma criança na idade do seu filho que tenha mais dentes que o seu e é claro que qualquer dúvida não deixe de procurar por um especialista.

Vou deixar aqui a indicação de um site bacana que traz mais algumas informações sobre a primeira dentição. É o Saúde Informações.

*Imagem retirada daqui

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Desabafo sobre o Sexto Sentido

Imagem Google

A cada tempo que passa mais eu me convenço de que o sexto sentido de mãe (ou intuição mesmo) realmente existe. Dia após dia, convivendo com minha filha, conhecendo-a cada vez mais faz perceber o quanto isto é importante.

Eu estava na casa da minha mãe com a minha filha. Fui passar uns dias com ela pois tinha feito uma cirurgia e fiquei lá ajudando na recuperação. E que ajuda! Imagine a cena, eu cuidando da mãe pós-operada e da filha com 1 ano e 4 meses! Tudo bem, todas nós sobrevivemos!

Uma noite em que meus pais já tinham ido se deitar eu fui tomar meu banho e deixei a porta aberta para o meu "grudinho" ficar ali me vendo. Deixei o banheiro todo preparado para que onde ela estivesse não molhasse e assim evitar escorregões (coisas de mãe). Onde nossos filhos estão a gente sempre dá um giro 360º para ver o que pode ter de perigoso e assim "blindarmos" o local.

Até aí tranquilo, tomei rapidinho e fui cantando as musiquinhas que ela gosta mantendo-a distraída. Depois fui para o quarto, levei-a comigo e foi onde senti uma espécie de "bén bén bén", como um sinal de perigo à vista. Eu estava com o chinelo molhado e veio a preocupação:

1. eu poderia deixá-la no chão, mas correria o risco dela escorregar onde eu pisei e se machucar ou

2. eu a colocaria na cama, mas como ela está sapeca, aprendeu a ficar pulando na cama sem noção nenhuma, poderia bater a cabeça na parede ou em um dos pulos poderia até cair no chão.

Decidi deixá-la no chão mesmo, mas fiquei o tempo todo ainda com aquilo na cabeça, uma sensação estranha. E dentro de mim dizia: "mas está seguro deixar no chão mesmo? Fiquei em estado de alerta. Sabemos que criança nessa fase é peralta demais, a gente pisca ela está num canto, pisca de novo está em outro canto, pega uma coisa, pega outra e assim vai.

Não deu outra, um segundo que me virei para pegar um creme quando eu olhei para ver o que ela estava fazendo ela já estava escorregando onde eu tinha passado, bateu e cortou a sobrancelha na quina da cama (isso porque a quina era arredondada). Ela quis chorar, mas na hora procurei manter o controle peguei-a no colo e lá estava o corte começando a sangrar. Como eu acalmei logo no início ela parou de chorar e nem sentiu o que tinha acontecido. Então dentro de mim ficava me perguntando se tivesse deixado na cama teria sido diferente.

A gente que é mãe passa por essas situações o tempo todo. A gente se cobra por querer sempre o melhor em tudo para os nossos filhos. Fiquei com tanta dó, mas só não morri mesmo porque ela não fez escândalo. Bem na hora peguei gelo para não fazer "galo", lavei o local, assim parou de sangrar e graças a Deus ela ficou calminha.

Hoje já está cicatrizado, apesar da marquinha que ficou. Escrevendo isto me faz lembrar de tantas outras coisas que a intuição tentou me dizer, coisas que dei ouvido e deu certo e outras que eu deixei passar batido e depois fiquei me perguntando porque eu ignorei. Para variar sempre me cobrando para dar o melhor para minha filha, inclusive proteção.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Blogagem Coletiva: Sono - Comigo foi assim...


Ontem foi realizada a primeira #festanotwitter, organizada pela Rede Mulher e Mãe que cá entre nós, foi divertidíssima! O legal é que trocamos experiências, dúvidas, confissões e rimos muito. O assunto abordado na festa foi o Sono. Depois disto foi organizada para hoje a Blogagem Coletiva.

Com a chegada dos nossos filhos toda a nossa rotina de sono muda completamente, falo isso por experiência e depois do que conversamos hoje vi que nunca estive só! Então eu fiz questão de participar da Blogagem Coletiva para dividir com vocês como tem sido o meu dia a dia, ou melhor, noite a noite.

Os primeiros meses são os mais complicados, por sermos pais de primeira viagem temos todas as dúvidas do mundo, mesmo que temos por perto pessoas experientes e dispostas a nos ajudar com sinceridade (nem vou contar as que atrapalham), mesmo lendo várias informações disponíveis na internet e livros, na prática sempre bate uma insegurança e ficamos sem saber direito se estamos cuidando bem dos nossos filhos. Agora soma tudo isso com noites mal dormidas.

Eu me lembro que tinha que levantar de 2 em 2 horas para amamentar minha filha, quando estava pegando no sono era hora de levantar. Lembro que tinha vezes que estava tão sonolenta que meu marido (sonolento também) levantava, pegava a Talita no berço e trazia para mim. Ela sentiu cólicas até o 4º mês e durante todo esse período vivíamos um ciclo vicioso com ela: mamar, arrotar, golfar, cólicas porque mamou, mamar para aliviar a dor da cólica, arrotar, golfar e tudo isso com choro no meio. Confesso que às vezes chorava também.

Eu procurava me tranquilizar com o pensamento que aquilo era uma fase e ia passar. Para ajudar a minha falta de experiência eu perguntava para as pessoas com filhos mais velhos que a minha se eles também passaram por noites e noites acompanhadas de choro, cólicas e problemas para dormir. A resposta era sempre a mesma: "não, meu filho sempre dormiu a noite inteira e nunca sentiu cólicas!"

Depois de várias respostas iguais percebi que algumas mães (disse: "algumas") preferem contar vantagem, a sensação que dava era que era só eu que passava por toda essa correria. Até que combinei com o meu marido para não falarmos e perguntarmos mais nada pra ninguém. Se nos livros e internet diziam que ia passar com o tempo, então ia mesmo!

Realmente foi passando, de ficar acordando de 2 em 2h (quando dormia), foi mudando para 4 em 4. Tinha noites que ela pegava no sono 1h00 e acordava às 5h00 e eu comemorava achando que estava tudo indo bem até que na noite seguinte desandava tudo de novo. Tinha sites que eu lia falando sobre rotinas para o sono, mas percebi que não encaixava com um bebê que tinha  que acordar para mamar, para ser trocado porque a fralda vazava o tempo todo, porque ele queria colo.

Só então conhecendo a minha filha com o tempo fui relaxando e passei a fazer as coisas do meu jeito tendo a total aprovação dela. Já me sentia anestesiada quanto tinha que acordar no meio da noite. Eu sabia e tinha consciência da escolha que fiz de ser mãe, que tudo ia mudar e mudou mesmo. Puxa durante 1 ano e 4 meses já passamos por tantas situações que só tenho que ir ali daqui a pouco e dar um cheirinho nela.

Atualmente ela dorme com a gente (a famosa cama compartilhada) e acreditem que é o marido quem tomou a decisão! Ele alega que ela sente frio, que se vomitar a gente não vai ver, se chorar é porque está na solidão lá no berço, etc., eu acabo deixando. Mas vou contar, a falta de espaço é ruim demais, durmo a noite toda na beira da cama. Já aconteceu do meu marido me puxar dizendo que eu estava caindo! Mas uma coisa eu confesso: que passamos a dormir super bem depois que compartilhamos a cama. Ela dorme a noite inteira, acorda cedo, mama e dorme de novo.

Ah eu quero fazer uma observação: já que estamos falando sobre o Sono, quero falar sobre os produtos "Hora do Sono" da Johnson's Baby. Durante todo esse período eu fiz o teste e a conclusão que tirei com o funcionamento aqui em casa foi o seguinte: pensando na minha Tatá, bebê novinho não tem regras, tudo o que ele precisa é ser aconchegado, alimentado, trocado, alimentado de novo, e assim vai, e por natureza ele dorme o tanto que precisa, não dá para ficar apelando para produtos para dormir (pode ser que funcione com o filho alguém). Quando vai ficando maiorzinho as coisas vão mudando, os pais vão conhecendo melhor a criança, as regras nos horários vão surgindo e vi que agora funciona.

Eu tenho o sabonete líquido, o creme e o talco, mas costumo usar os dois últimos. É impressionante como acalma mesmo. Como dou banho nela durante o dia eu passo para ela dar as cochiladas à tarde e quando está muito calor, antes de dormir à noite vai bem também. Não uso todos os dias, mas sempre que vejo necessidade, percebo que ela está agitada demais ou calor demais.

Eu acredito que rotina do sono é aquela que a família tem, regras que cada um coloca desde que não prejudique a criança. Compartilhar a cama é errado? A resposta depende de cada mãe e deve ser respeitada!

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