segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mudança de temperatura = problemas respiratórios

Imagem Google


Pois é, não tem como falar de inverno sem lembrar dos problemas respiratórios causados nesta época devido ao tempo seco e as temperaturas baixas. Para nós adultos já é ruim, imaginem para as crianças?

Este assunto é bastante comum, vemos e ouvimos falar sobre isto o tempo todo, mas achei interessante deixar aqui no meu blog as coisas que acontecem no dia a dia de uma mãe.

Semana passada passei por essa situação com a minha filha. Na terça-feira ela tossiu a noite inteira, então amanheceu com os olhos lacrimejando, narizinho escorrendo, espirrando bastante e continuou tossindo.

Na minha visão a área da Saúde no Brasil está bastante defasada. Como minha filha já ficou gripada antes, fiquei tão escaldada em procurar um Pronto-Socorro que de início eu preferi cuidar dela em casa mesmo.

Particularmente sou a favor dos chazinhos para criança, e alguns medicamentos autorizados pela Pediatra dela (é claro). Só que ao mesmo tempo eu ficava a todo momento me perguntando o que seria melhor, ficar em casa ou procurar logo um médico.

Obviamente que toda mãe conhece o filho que tem, e deve saber a melhor maneira de agir. Então eu esperei alguns dias para ver se ela melhorava ou não. Mas a dúvida o tempo todo martelava na minha cabeça: "e se eu não levar e estiver acontecendo alguma coisa mais séria? E se eu levar o médico não examinar direito e passar qualquer coisa ou não passar nada?"

Na sexta-feira decidi levá-la na Pediatra - aliás uma ótima Pediatra que atende em um Posto de Saúde - mas tem lá suas desvantagens, não consegui encaixe, pois ela estava com duas agendas e com muita gente para atender. Saí de lá muito frustrada e nisso a Talita além dos sintomas que eu disse, estava com a temperatura que ficava sempre entre 37 e 38 graus.

Então de lá mesmo corri para um Pronto-Socorro e no "Pronto-Socorro" não tinha Pediatra, apenas um Clínico Geral. Bem, resolvi dar uma chance ao médico e decidi passar com ele mesmo. Entrei na sala ele ficou mudo, fez algumas anotações, viu a garganta dela, escutou o peitinho e me entregou o papel. Saí da sala e ele permaneceu calado. Como sabia que dali não ia sair nada eu nem questionei, tem momentos que não vale a pena discutir, ainda mais quando o funcionário público está protegido pela lei contra o desacato.

Quando li ele pediu apenas inalação com soro fisiológico e passou paracetamol para baixar a febre. Mas espera um pouco. Já tinha feito este procedimento em casa e já não estava funcionando mais. Saí de lá indignada.

E não pense que esse tipo de atendimento acontece só em hospital público não, existem hospitais particulares que também deixam a desejar. A gente quer o bem  e a saúde do nosso filho e esses profissionais nos atendem como se fôssemos mais um. É complicado.

Para terminar minha história, fui em um outro Pronto-Socorro Infantil (particular), o médico fez todos os procedimentos necessários e pediu um Raio-X. Graças a Deus não deu nada de mais sério no resultado, mas ele receitou medicamentos cabíveis que deu para ver o resultado na hora. Hoje ela está bem melhorzinha, voltou a comer e a brincar como sempre faz.

Mamães eu disse e vou reforçar: acredito que toda mãe de verdade conhece o filho que tem e sabe qual é a melhor maneira de agir. Quis deixar relatado a correria que é buscar por um bom atendimento médico onde o "bom" deveria ser não apenas um adjetivo, mas principalmente uma obrigação.

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