sábado, 30 de julho de 2011

Ter filho não é pra todo mundo


Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até a idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais, sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não é dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranquilidade. Escuto muito a seguinte frase: “Doutor, o que interessa é a qualidade do tempo junto e não a quantidade”. Duvido. Diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.

Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer os deveres de casa, educar, colocar limites.

Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping center.

Sou obrigado a fazer todas essas coisas? Claro que não. Mas ser pai e ser mãe também não é uma obrigação, sobretudo nos dias de hoje em que a vida oferece infinitas possibilidades. Trata-se de uma escolha. E, como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para a existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a amoralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.

Com a vida moderna, as crianças passaram a ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembre-se de que o futuro da humanidade vai depender dessas crianças que, provavelmente, chegarão aos 100 anos de idade. Fico triste quando, no consultório, a mãe não pode estar presente, ou o pai. E nem mesmo a avó: apenas a babá.

Deveríamos fazer uma análise tranquila antes da maternidade ou da paternidade. Queremos mesmo mudar nossa vida? Vamos ter condições de participar intensamente da vida desse novo ser? Se lograrmos essa consciência, tenho certeza de que o mundo irá melhorar. 

José Martins Filho é médico pediatra, autor do livro A Criança Terceirizada, professor e pesquisador do Centro de Investigação em Pediatria


*Imagem Google

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Dia 27 de julho - Dia do Pediatra


Hoje é comemorado o Dia do Pediatra e muitas de nós temos muito o que falar sobre eles. Algumas satisfeitas, outras que ainda não tiveram a sorte de encontrar um. O que queremos mesmo é ter um profissional que cuide dos nossos filhos com toda a atenção que precisam.

Como mães temos dúvidas, queremos questionar, queremos saber se nossos filhos estão bem, se estão engordando, se estão crescendo, queremos saber o que podemos fazer para passar uma febre ou tosse persistente, queremos que nos confirme se todos os barulhinhos são normais e tantas outras coisas.

Procurar por um bom Pediatra realmente nos deixa de cabelo em pé. Nós nos sentimos totalmente desamparadas quando precisamos de um e não somos bem atendidas, quando não temos nossas dúvidas esclarecidas.

Por isso para quem está grávida, além de deixar a mala da maternidade pronta, escolher a maternidade, é aconselhável que vá procurando também por um Pediatra, procure se informar com o seu médico GO, com amigas, porque depois de uma semana de nascido o bebê deve ir à primeira consulta.

Existem vários sites que dão dicas de como escolher...bem acho que a palavra mais apropriada é encontrar um bom Pediatra, dentre eles vou deixar aqui o link do site da Revista Crescer.

Ah! Uma outra dica, se não estiver satisfeita com o atual, troque-o! Assim como foi dito no blog  Eu me desenvolvo e evoluo com o meu filho, da mamãe Angi: siga sua intuição.


*Imagem Google

terça-feira, 26 de julho de 2011

O parto: quanta emoção!





O parto é um momento especial, tão comum e tão único vivido por cada mulher que eu pensei, pensei e decidi contar como aconteceu comigo. Dou graças a Deus pela oportunidade que tive de aproveitar minha gravidez com intensidade, emoção, ansiedade, cansaço e peso na barriga também, mas com muita diversão. Lembro das vezes que ela mexia muito, a sensação que dava era que o pezinho dela ia sair pela barriga. 

Não podia sentir cheiro de café e de creme para corpo com cheiro de morango (tinha uma colega no serviço que usava esse creme o tempo todo), mas em compensação eu sentia vontade de tomar suco de limão ou abacaxi com hortelã todos os dias. Sempre gostei de comer chocolate, mas durante a gravidez não descia. Bem que eu tentava, mas não conseguia. Tudo bem, matava minha vontade comendo outra coisa. É tão gostoso lembrar dos momentos que vivi como grávida...até que faltavam dois dias para completar 38 semanas, na minha última consulta de pré-natal eu implorei para o meu médico fazer o meu atestado de licença-maternidade, já não estava aguentando mais o peso da minha barriga e não conseguia ficar sentada e menos ainda de pé no serviço. 

Até que saí de lá com o atestado feliz da vida porque ia esperar pela Talita em casa, mas ao mesmo tempo meio chateada por ter saído 15 dias antes da data prevista para o parto. Passava pela minha cabeça a parte chata que seria de ter que voltar da licença 15 dias antes, mas tudo bem, estava cansada mesmo e tinha que parar de trabalhar. Até aí foi tranquilo, entreguei o atestado no RH e fui embora.

A última consulta aconteceu numa segunda-feira, já na terça eu acordei planejando em deixar uma lista com o telefone das principais pessoas que teriam que ser avisadas no momento da urgência. Na lista tinha contato dos pais, marido, vizinhos, médico e maternidade. Pensei em deixar o portão destrancado (não deu tempo), a mala da maternidade já estava pronta, as roupinhas dela também. Enfim era só sentar e esperar porque com o tamanho da barriga não conseguia fazer muita coisa mesmo. Até que por volta das 15h00 comecei a sentir uma dorzinha que vinha e voltava. Como eu tive dores nas costas desde o quinto mês eu fui deitar um pouco para ver se passava. Deitei de um lado sentir a dor, me virei para o outro  lado e a dor veio de novo. Então eu me perguntei se aquilo era contração. Na dúvida eu liguei para o meu médico, disse o que estava sentindo e ele confirmou que eu estava entrando em trabalho de parto.


Nossa se eu achava que tinha me emocionado, percebi que não tinha sentido nada ainda. Meu sorriso foi de orelha a orelha e lembrei do que tinha lido nos sites sobre contração, que elas aconteciam em tempos regulares. Lembrei também o que me diziam que eu ia ter certeza quando fosse sentir, e realmente era verdade. Eu tinha medo de entrar em trabalho de parto e não saber...tanta coisa que passa na cabeça de uma mãe de primeira viagem. As dores eram persistentes, mas a felicidade era tanta que eu não dava atenção para elas.

Um detalhe, desde o começo eu queria ter parto normal e deixar a cesárea para um momento em que realmente não conseguisse realizar a minha vontade e nem naquela hora eu sentia medo da dor. Eu só queria ver o rostinho dela, de ver quem era a pessoinha que conhecia pelo ultrassom, mexidas, chutões e expectativas. Liguei para meu marido disfarçando um pouco a dor para ele não se desesperar e querer fazer do carro um foguete e fiquei esperando. Nossa fiquei tão desnorteada que quis procurar primeiro um hospital  por perto para ter certeza que estava entrando em trabalho de parto, pois não queria  chegar na maternidade que escolhi e correr o risco de eles me mandarem de volta para casa.

Não deu certo nesse hospital, mas foi bom ter acontecido isso porque fomos direto para a maternidade. Um outro detalhe é que eu tinha o maior medo de ficar presa no trânsito, de virar notícia que "mais uma mulher ganhou nenê em um lugar diferente". A primeira parte eu acertei, saímos de casa era mais ou menos 18h00, o trânsito era tanto que cheguei na maternidade por volta das 21h00. Que tensão! Quando as dores vinham eu me contorcia e depois voltava ao normal. Não via a hora de ganhar logo para acabar com aquilo. A dor era suportável, mas incontrolável. Eu só pensava em ver o rostinho da Tatá, parecia encontro marcado.

Chegamos então à maternidade, logo me deram assistência, como já havia me informado sobre os tipos de anestesia eu logo pedi para me aplicarem a peridural. E deu certo porque realmente estava com dilatação suficiente para me darem anestesia. Fui para o quarto, meu marido chegou logo depois e minha mãe ficou na sala de espera. Já não sentia mais dor, mas percebia a barriga endurecendo quanto tinha a contração. Me sentia mais calma mas a ansiedade só aumentava, estava completamente feliz, eu ia me encontrar com a pessoinha tão esperada!

A médica chegou, me instruiu quando eu deveria fazer força. Foi a primeira, na segunda tentativa ela já conseguia ver o cabelo da minha filha e na terceira vez ela chegou! Eu avistei meu tiquinho de gente de cabeça para baixo que começou a chorar (ufa, meu coração até disparou agora ao lembrar de tudo). Depois de todo o procedimento que fazem com o recém-nascido, me entregaram a minha Talita.


Ela chegou na madrugada de quarta-feira.


Para quem já tem filho tem noção de como as coisas aconteceram e sabem também que todo o processo do parto acontece diferente em cada mulher. Mas para a mamãe de primeira viagem eu quero deixar aqui as boas lembranças vividas e deixar de lado os sofrimentos, as dores. Não que a vida seja um eterno Conto de Fadas, mas que toda ansiedade seja transformada em felicidade em trazer ao mundo uma pessoa que mudará a sua vida completamente para sempre!


*Imagem Google

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Visita à Casa Cor de Rosa

No último dia 14 houve um evento na A Casa Cor de Rosa, que para mim foi um prazer imenso em conhecer o local.

As mamães e principalmente os filhos amaram o lugar, que é repleto de brinquedos. Até minha filha que era a mais nova da turma com 1 ano e 3 meses se divertiu tanto que na hora de ir embora dormiu a viagem inteira!

Deem uma olhada na fotos que tirei de lá.




Quem quer um desses?


Olha nós aqui!!

É ou não é encantador?


Aproveitem para fazer uma visita também no site: http://www.acasacorderosa.com.br/loja


domingo, 24 de julho de 2011

As últimas semanas


ultimas semanas


Quanta ansiedade! Você já está nas últimas semanas de gestação  e uma vontade louca de ver seu bebê toma conta do seu ser. As emoções estão à flor da pele, as mudanças fisícas continuam, além da barrigona que está cada vez mais pesada, outras coisas surgem neste período como os pés que ficam inchados, dores nas costas, cãibra, as mãos formigam, dificuldades para respirar, falta de posição para dormir, o sono continua (e eu digo uma coisa: aproveite para dormir, mesmo com dificuldades, porque depois que o bebê nasce você vai esquecer por um bom tempo o que significa esta palavrinha de quatro letras). Mas lembre-se que será um sacrifício que valerá a pena, a pessoinha tão esperada estará em seus braços, praticamente grudadinho em você.

Aumenta mais ainda a vontade de saber como será o rostinho, com quem se parecerá, se vai chorar muito ou não, se dormirá muito ou não, você fica se imaginando pegando as mãozinhas dele ou dela, fica até imaginando já grandinho(a) correndo e gritando pela casa…é demais né?

Você fica até se perguntando se o que as mães dizem é verdade mesmo sobre sono, choros, cólicas, amamentação, pós-parto. Ou então fica se perguntando: será que isso vai acontecer comigo também?

Eu acho interessante dizer o que senti nesta época e deixar aqui para que você use como referência sempre com o filtro ligado porque ninguém é igual a ninguém, mas em algum momento você passar por determinada situação irá lembrar do que leu ou ouviu, vai ficar mais tranquila e vai ter certeza que não é a única.

Ah, nesta época é bom que as malas da maternidade já estejam prontas, documentações necessárias em um lugar fácil, o enxoval pronto, tanto para quem tem um quartinho do bebê, quanto para quem não tem (como foi o meu caso). Com a casa em construção, o berço da Talita fica no meu quarto.

A preparação do enxoval fica à gosto dos pais, como vão querer e o que vão querer ter e deixar preparado para a chegada do bebê. Uma outra dica, como a pele do bebê é bem sensível, as roupinhas devem ser lavadas com sabão de coco ou um sabão para roupas delicadas, eu particularmente até hoje dou preferência ao  sabão líquido ao invés do em pó, para evitar que fiquem resíduos. E principalmente, elas devem ser passadas.

Até a Talita completar seis meses eu não usei perfumes em roupas ou sabonetinhos em gavetas, para evitar que ela tivesse alguma reação alérgica. Bebê recém-nascido é bastante delicado quando o são os sentidos deles. Apesar que tenho amigas que usaram e não aconteceu nada (ainda bem), mas se puder evitar nos primeiros meses é bom.

A gente como mãe fica ansiosa para usar determinado produto, roupa, etc., mas lembre-se que o tempo certo para usar as coisas vai chegar e você vai poder curtir bastante.

Se a gravidez não for de risco a ponto de ter que ficar de repouso, procure fazer atividades leves como caminhar, não tenha uma vida sedentária, e se for de risco siga totalmente às recomendações médicas para que tudo vá bem.

Continue tendo cuidado com a alimentação, não passe vontade, mas também não exagere, continue gravando os ultrassons e vendo todos os dias, continue também tirando suas dúvidas com o seu GO, leia, busque informações. Acima de tudo, continue curtindo cada momento com a sua barriga, converse com o seu bebê.

Mamãe, você tem alguma dica para levar as últimas semanas com tranquilidade, comente e divida a sua experiência conosco! 

*Imagem Google

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mala da maternidade da mamãe e do bebê



Afinal, o que levar na mala da maternidade?

Você que tem filho(a)(s) já deve ter feito esta pergunta algum dia! Se está grávida e ainda não está perto de ganhar, vai fazer isto em breve! Pode até estar com listas e mais listas para usar de guia, mas a dúvida irá surgir mesmo assim.

Mas calma! Não se preocupe, você não está sozinha nessa, é normal ter a preocupação de chegar na maternidade e perceber que esqueceu de alguma coisa. Apesar que também não é o fim do mundo, dá-se um jeito, mas mesmo assim surge a emoção de ganhar nenê e querer que as coisas estejam certinhas, não tem jeito, ficamos preocupadas.

Bem, a mala da mamãe que deve ter os itens necessários como: absorvente pós-parto, camisolas, penhoar, chinelo, produtos de higiene pessoal, roupas leves para a saída da maternidade, calcinhas firmes, sutiãns próprios para amamentação, documentos (RG, CPF, cartão pré-natal, cartão do convênio, até comprovante de endereço), as lembrancinhas para dar aos visitantes, câmera fotográfica, pilhas, celular, carregadores, emoção, amor, felicidade de ver a pessoinha que carregou dentro de você durante meses ali ao vivo.

Já na mala do bebê, eu li que para parto normal são dois dias de internação após o nascimento e cesárea são três dias, então leve roupinhas pensando nos três dias. Bem eu fiz da seguinte maneira: separei em saquinhos, pensando em duas trocas por dia, totalizando seis até o dia da alta. Cada saquinho tinha um body de manga curta e comprida, uma calça (mijãozinho), a roupa de cima que é de sua preferência, podendo ser macacão ou um conjuntinho. Fora o saquinho, também o cobertor, touquinha, etc.

Algumas maternidades também passam a lista do que levar e há aquelas que aconselham não levar peças pequenas como meias, lacinhos, chupetas para não correr o risco de perder. Não se esqueça de levar em consideração em qual estação do ano que o bebê irá nascer e é bom que as malas estejam prontas a partir do sétimo mês.

Aqui estão algumas dicas, mas não deixe de pesquisar uma lista para você montar as malas e ficar mais tranquila só aguardando pelo grande momento de sua vida.

*Imagem Google

domingo, 10 de julho de 2011

O enxoval

Imagem Google


Ah, como é gostoso fazer o enxoval!

Há mamães que preferem fazer com cores neutras, que dá tanto para menino quanto para menina usar. Até porque tem as que preferem saber o sexo do bebê só no dia do parto. Imagine só, cada ultrassom é uma emoção, ver pela tv aquela pessoinha tão esperada, são minutos verdadeiramente intensos. Até que finalmente o bebê se encontra em uma posição que em seguida o médico diz: "É um menino!" ou então "É uma menina!". Isso falando apenas de um bebê, imagine quando são gêmeos então?

A preparação do enxoval varia de acordo com as condições financeiras, espaço físico e gosto. Eu deixei logo no início do post um link para a pesquisa de sites que informam o que e onde comprar, a quantidade necessária, etc. Com certeza você verá itens desnecessários e itens que irão se encaixar com o que você quer. 
Não esqueça também de observar os tamanhos para não comprar roupinhas que talvez nem sejam usadas e em qual estação seu bebê irá nascer.

Uma coisa muito comum também é ganhar o enxoval guardado por uma amiga, irmã, vizinha, uma pessoa bem próxima. Tem as que doam e tem as que emprestam. Ambas maneiras são bem vindas. Economiza e o dinheiro acaba sendo gasto por alguma outro item que está faltando.

Seja como for o tipo do enxoval, aproveite para curtir e imaginar o seu bebê dentro de uma roupinha, um macacãozinho, dobre e desdobre o tempo todo para aliviar ou aumentar mais ainda a ansiedade de vê-lo usando.

Você tem alguma dica? Comente e divida conosco!

sábado, 9 de julho de 2011

Não tem como não se emocionar

Olá mamães!!

Ontem eu vi esta reportagem, talvez vocês tenham visto também. Fiz questão de postar aqui para vocês se emocionarem.

PM ajuda pai a fazer parto por telefone em SP


Áudio mostra desespero do casal e choro da criança. Trecho da ligação telefônica foi divulgado nesta quinta-feira (7).



Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/07/pm-ajuda-pai-fazer-parto-por-telefone-em-sp.html

sexta-feira, 8 de julho de 2011

"Violência infantil: Diga NÃO"

Este Blog protege nossas crianças - Violência infantil: Diga NÃO


Participe desta campanha e adquira o selo no site http://www.pediatriabrasil.com.br



Que coragem é essa?

Imagem Google
Hoje pela manhã, durante alguns minutos que assisti a TV, para me inteirar das notícias e saber o que tem acontecido no Brasil e no mundo me deparei com situações nada empolgantes. A cada tempo que passa sinto que preciso ver as coisas como se estivesse anestesiada para poder aguentar firme e assistir tudo até o final. Mas quando tento fazer isso, sinto meu coração sendo estraçalhado e me pergunto como é que se consegue transformar o coração em pedra? Eu não consigo e começo a chorar, fico chateada por um bom tempo lembrando do que vi ou ouvi.

Ontem, como praticamente todos os dias infelizmente vi mais uma notícia sobre abandono de bebês. Crianças abandonadas ainda com vida em lixos, em caixas e até mortas de frio ou assassinadas por asfixia. Não dá para entender porque fazem isto, para mim esse ato é um absurdo sem definição.

Estas pessoas (acho que "monstros" define melhor), tentam justificar dizendo que é por falta de condição, pela pressão de outras pessoas caso torne pública a decisão de não ficar com a criança ou por qualquer outro motivo, mas ainda sim não consigo achar que isto justifica.  Hoje o meio de comunicação é bastante amplo, o acesso à informação permite a facilidade das pessoas encontrarem o que buscam quando o assunto é ajuda, mas não sei o que acontece, talvez acham mais fácil cometer esta crueldade.

Como pode um ser tão indefeso, inocente e que não pede para vir ao mundo ter um destino assim tão doloroso? Eu e como vocês também já devem ter percebido que os tempos estão mais difíceis. A falta do amor, de caráter tem feito estragos irreparáveis na vida das famílias, das pessoas.  

Sei que essa história dá o que falar, até porque envolve cultura, o valor familiar, educação, mas coração todo mundo tem e até onde sei ele não é de pedra. Infelizmente trata-se de  um coração que entre tantas escolhas boas, escolheu o inverso, um caminho mau a ponto de cometer um ato desses. É revoltante!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mudança de temperatura = problemas respiratórios

Imagem Google


Pois é, não tem como falar de inverno sem lembrar dos problemas respiratórios causados nesta época devido ao tempo seco e as temperaturas baixas. Para nós adultos já é ruim, imaginem para as crianças?

Este assunto é bastante comum, vemos e ouvimos falar sobre isto o tempo todo, mas achei interessante deixar aqui no meu blog as coisas que acontecem no dia a dia de uma mãe.

Semana passada passei por essa situação com a minha filha. Na terça-feira ela tossiu a noite inteira, então amanheceu com os olhos lacrimejando, narizinho escorrendo, espirrando bastante e continuou tossindo.

Na minha visão a área da Saúde no Brasil está bastante defasada. Como minha filha já ficou gripada antes, fiquei tão escaldada em procurar um Pronto-Socorro que de início eu preferi cuidar dela em casa mesmo.

Particularmente sou a favor dos chazinhos para criança, e alguns medicamentos autorizados pela Pediatra dela (é claro). Só que ao mesmo tempo eu ficava a todo momento me perguntando o que seria melhor, ficar em casa ou procurar logo um médico.

Obviamente que toda mãe conhece o filho que tem, e deve saber a melhor maneira de agir. Então eu esperei alguns dias para ver se ela melhorava ou não. Mas a dúvida o tempo todo martelava na minha cabeça: "e se eu não levar e estiver acontecendo alguma coisa mais séria? E se eu levar o médico não examinar direito e passar qualquer coisa ou não passar nada?"

Na sexta-feira decidi levá-la na Pediatra - aliás uma ótima Pediatra que atende em um Posto de Saúde - mas tem lá suas desvantagens, não consegui encaixe, pois ela estava com duas agendas e com muita gente para atender. Saí de lá muito frustrada e nisso a Talita além dos sintomas que eu disse, estava com a temperatura que ficava sempre entre 37 e 38 graus.

Então de lá mesmo corri para um Pronto-Socorro e no "Pronto-Socorro" não tinha Pediatra, apenas um Clínico Geral. Bem, resolvi dar uma chance ao médico e decidi passar com ele mesmo. Entrei na sala ele ficou mudo, fez algumas anotações, viu a garganta dela, escutou o peitinho e me entregou o papel. Saí da sala e ele permaneceu calado. Como sabia que dali não ia sair nada eu nem questionei, tem momentos que não vale a pena discutir, ainda mais quando o funcionário público está protegido pela lei contra o desacato.

Quando li ele pediu apenas inalação com soro fisiológico e passou paracetamol para baixar a febre. Mas espera um pouco. Já tinha feito este procedimento em casa e já não estava funcionando mais. Saí de lá indignada.

E não pense que esse tipo de atendimento acontece só em hospital público não, existem hospitais particulares que também deixam a desejar. A gente quer o bem  e a saúde do nosso filho e esses profissionais nos atendem como se fôssemos mais um. É complicado.

Para terminar minha história, fui em um outro Pronto-Socorro Infantil (particular), o médico fez todos os procedimentos necessários e pediu um Raio-X. Graças a Deus não deu nada de mais sério no resultado, mas ele receitou medicamentos cabíveis que deu para ver o resultado na hora. Hoje ela está bem melhorzinha, voltou a comer e a brincar como sempre faz.

Mamães eu disse e vou reforçar: acredito que toda mãe de verdade conhece o filho que tem e sabe qual é a melhor maneira de agir. Quis deixar relatado a correria que é buscar por um bom atendimento médico onde o "bom" deveria ser não apenas um adjetivo, mas principalmente uma obrigação.
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